Dentro dos envelopes plásticos havia cópias da certidão de nascimento e do cartão do Seguro Social de cada criança.
E bem no fundo da caixa, um mapa mostrando diferentes rotas para fora do estado.
"Isso prova que a mamãe e o papai não estão mortos", disse Grace.
Todos falaram ao mesmo tempo. Dei-lhes alguns minutos e então bati com o punho na mesa de centro.
"Gracie, vamos com calma", eu disse. "Não temos provas de que seus pais estejam vivos, mas o que temos sugere fortemente que eles estavam planejando algo."
"Eles estavam planejando ir embora", disse Aaron. "Tem mais de 40 mil dólares aqui. Suficiente para recomeçar a vida em algum lugar com a gente."
"Mas por quê?", perguntou Mia. "O que poderia tê-los feito pensar que fugir era a única opção?"
"Eles estavam planejando algo."
"Deve haver mais alguma coisa." Rebecca se levantou e se virou para Grace. “Mostre-nos exatamente onde você encontrou.”
Então descemos até o porão. Rapidamente, todos vasculhamos caixas e pertences antigos.
Parecia que horas haviam se passado quando Jonah chamou: “Vovó?”
Ele estava encostado na parede do fundo, com uma pasta na mão.
Peguei a pasta dele e a abri sob a luz simples do abajur.
Um arrepio percorreu minha espinha.